Posse

Isto me fez pensar um pouco mais do que deveria ter feito — pelo menos originalmente.

Gosto, enfim, de pensar que minha posse mais importante, a que eu detenho de maneira não absoluta, mas necessária, nunca contingente, seja uma forma bem tímida de esperança, algo que só aparece quando provocado mesmo.

Dentre o material, há os objetos necessários enfim. Nestes, no momento, posso destacar algo como um livro. Lembro agora da antologia da Ellen Willis, mesmo que, em alguns momentos, ela tenha sido radical, extrema, e Valis, do Philip K. Dick. Livros que, invariavelmente, serão livros. Mas isto é outro problema.

(Resposta à pergunta de hoje do The Daily Post, cujo tema em relação à posse)

Uma opinião sobre “Posse”

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