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Frozen

Meu destino, eu acredito, é falar da verdadeira corrida que Tom Ewing fez no Popular. O último post, até agora, fala de “Frozen”, de Madonna, e como o hiato de primeiros lugares no Top 40 terminou com a canção, para começar uma nova fase de mais seis #1s.

Tudo aqui:

In this case, what makes “Frozen” such a good record isn’t picking William Orbit to produce it or Craig Armstrong to do the string arrangements, it’s realising how magnificent those elements might sound together. Orbit’s drum and electronic programming on “Frozen” is extraordinarily abstract for a global smash – a kind of cold, bassless dub approach, where the gaps, echoes and drop-outs matter as much as the beats, which spread sharply, like sudden cracks on a frozen surface. They need Armstrong’s strings to hold the song together. And those strings in turn – a dark, Arctic sea of swells and crests – need the beats to sound more perilous than comforting.

Acho que o meu primeiro contato com a canção foi com uma compilação de CDs que meu tio gravou para a minha mãe intitulada Hollywood. Seis CDs acredito.  Não sei o porquê da colocação da canção em um dos discos, até porque pesquisei e não encontrei nenhuma relação de “Frozen” com qualquer filme (embora ela teria dado um grande quadro), mas o que ficou foi a imaginação, a colocação do dub frio de Madonna (o videoclipe não foi filmado à toa) em qualquer filme pouco glamuroso (e muito, mas muito melancólico mesmo) de Hollywood.

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