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Um dos principais problemas que eu percebo quando, pelo menos algumas vezes, paro para pensar nas resenhas da Pitchfork e o formato delas é que as notas numéricas tão exatas e assépticas que saltam da tela direto aos olhos (8.8! 10! 5.0! 7.9!), querendo ou não, involuntariamente, tentam tratar de história do pop de maneira infantil e linear. Por exemplo: a resenha desta semana para Nightclubbing, álbum marco de Grace Jones. Um 9.0. O problema de uma asserção desta é óbvio: uma nota desta recoloca e faz praticamente uma revisão do lugar, antes bem definido, deste disco na década de oitenta. Agora, fica a questão: Shields do Grizzly Bear é infinitamente melhor que este disco? Pois é isto que uma escala numérica deste tipo propõe a todos.

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