Luz suburbana

Existe algo de encantador, eu diria, em álbum como Suburban Light em tardes de sábado. Se existe algo como função em música (algo que venho desacreditando cada vez mais com o passar do tempo), e se não é feio escutar música de maneira simplesmente pragmática (é sim, mas enfim), há algo de reconfortante em estabelecer esta ligação de suporte com o Clientele: de um lado, um disco que parece meditar e ficar parado esperando admiração, quase que como um monumento polido. De outro, uma pessoa esperando usufruir de todo aquele movimento estático de um sentimento bem específico.


(Recomendo a leitura da resenha — bem recente — de Mark Richardson do disco na Pitchfork).

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