How Fan Loyalty Changed During the World Cup – NYTimes.com

How Fan Loyalty Changed During the World Cup – NYTimes.com.

No Upshot, Shan Carter e Kevin Quealy discutem como é a reação das pessoas em relação a futebol, no Facebook, enquanto a Copa do Mundo estava acontecendo. Uma boa leitura, e ajuda a quantificar uma certa taxa de ódio em relação a alguns países (e a entender como isto ocorre).

Anúncios

Ato

É um dia comum, como quase todo dia.

A luz do quarto está apagada, e a do monitor deixa a gente com as “papadas iluminadas”, como um texto que li esses dias faz questão de deixar claro e de dizer que isto é algo vergonhoso, que deveríamos evitar algo assim.

O cão está dormindo — e é só isto o que ele faz, o que ele sabe fazer. Nada mais. Nada menos.

Esperando que a hora certa chegue. A minha hora. Não a dele.

Alguém já escreveu um livro sobre esperar, não é mesmo? Um livro definitivo sobre o ato de esperar, melhor dizendo. Que não seja um livro de Kafka (que Deus me livre), e sim um do Heidegger. Aquele sujeito sabia esperar.

Algo que se aprende. Assim como se aprende a escrever à meia luz.

A cada dia que passa, eu fico mais convencido de que escrever sobre determinado assunto não tem  a ver muito com o conhecimento deste determinado escopo, desse assunto. Não digo que as pessoas que escrevem a respeito de música, por exemplo, não devem conhecer música — muito pelo contrário aliás. Digo, porém, que não é um conhecimento que deve ser restrito ao assunto. Citando as professoras mais progressistas do Ensino Fundamental, esta é uma “atividade multidisciplinar”.

Para escrever, é preciso não somente ter um domínio intelectual, mas também, físico e emocional sobre a paisagem que se quer pintar com as palavras. Digitação e caligrafia requerem controle emocional, assim como a via da abstração para o concreto que requer controle ideológico de si mesmo, para que extremismos não sejam facilmente feitos.

Escrever requer uma ideia de mundo e ela não vem facilmente. Conheço gente que quer escrever sobre as montanhas sem nunca ter saído do quarto. Na verdade, retifico: criar (roubar da consciência de outrem em outro momento) algo, qualquer coisa, requer entendimento estético ainda. Entendimento este que transcende o ser em si próprio.

 

Morrissey – World Peace Is None of Your Business | Music Review | Tiny Mix Tapes

Clichés jumping through the trees

Public eyes inciting him

From dawn to dusk the hunt is on

The usurper searches for what he’s already usurped

In Istanbul

Give Morrissey back to himself

Istanbul, give Moz back his blue-eyed prey.

via Morrissey – World Peace Is None of Your Business | Music Review | Tiny Mix Tapes.