Feist, “Pleasure”

Feist retorna, depois de seis anos, como se nada tivesse acontecido. 

É necessária uma espécie de coragem para tratar as coisas da vida assim. 

Não há nada de realmente espetacular em “Pleasure” – assim como, e isso dói dizer, talvez não haja nada de realmente espetacular na obra inteira dela. Entretanto, está aqui e deve ser apreciado como tal. Assim como um velho amigo que não se vê há séculos e que a gente aprende a respeitar justamente por isso. 

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