Algo importante: eis algo que escrevi num outro blog há algum tempo e que acredito, agora, que serve mais aqui do que em qualquer outro lugar. Enfim, eis o que tive a dizer nessa oportunidade.


No começo da semana, tive a oportunidade de viajar para ter uma reunião com alguns clientes de bem longe (Goiás, por assim dizer) de um caso que só agora pode vir a possuir algum deslinde favorável – um inventário bastante litigioso e em trâmite há mais de três décadas.

Sentei, num dado restaurante, ao lado de uma cliente, uma senhora que aparenta beirar os cinquenta anos de idade. Conhecia a mulher há pouco mais de meia hora e ela já contava as peripécias dela.

Em determinado momento, a conversa rumou a tópicos acerca da inteligência ou esperteza e como pessoas têm ou não têm esses determinados traços de personalidade. “Sabe, Danilo, eu sou esperta, mas não sou inteligente como você. A maioria das pessoas não têm nenhuma dessas características”.

“Mais difícil ainda é encontrar gente esperta e inteligente”. Talvez ela quisesse falar da esperteza e inteligência em igual medida.

A gente, naquele momento, não parou para dissecar o significado da palavra “esperteza”. Demoraria muito e nós nos perderíamos em conceitos. Simplesmente não era a hora.

Mas a conversa vai ficar guardada. E como vai.


Post scriptum: Eu adorei essa mulher. Quero ser como ela quando crescer.

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