Sobre o futurismo

OK. Não exatamente sobre o futurismo, mas o Gizmodo tem um dos textos mais encantadores sobre a mania cientificista que li em algum tempo. Eis então:

Over time, as technology has changed, so have the metaphors, but the gist is the same: the body is but a fancy machine. This mode of thinking has spawned a philosophical doctrine, generous research funding and misleading jargon in both the realms of biology and computing (see the brain’s “circuits” or deep learning’s “neural networks,” which have more in common with classical computational models than anything neurobiological).

But this point of view becomes especially troubling when the realms of biology and computing merge. We risk starting to treat the human body—in all its complexity, fragility, resilience and mystery—like the machines we compare it to. We risk over-promising on the deliverables, wasting time, money and public patience on far-out research we suggest we can hack together in a few years. And we risk compromising our health and well-being in the process.

 Em tempo, um ensaio na Aeon sobre a mesmíssima coisa. O seu cérebro não é um computador.
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